sexta-feira, 4 de setembro de 2015

QUANDO O FRACASSO DO CRESCIMENTO REFERE-SE AO CRESCIMENTO ANORMALMENTE LENTO QUE PROVAVELMENTE NÃO CHEGARÁ À ALTURA ADULTA GENETICAMENTE ESPERADA. POSSUI DIVERSAS CAUSAS E MUITAS CONSEQUÊNCIAS. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.



ATRASO DO CRESCIMENTO EM BAIXA ESTATURA EM INFANTIL – JUVENIL - ADOLESCENTE. 



São termos usados para descrever uma taxa de crescimento que é abaixo da velocidade de crescimento apropriada (velocidade) para a idade. O termo atraso do crescimento pode referir-se a uma situação em que uma criança é baixa, mas parece ser capaz de crescer mais do que as crianças costumam fazer, e, portanto, não pode acabar de baixa estatura na fase adulta. Nanismo é um termo que tem sido muitas vezes usado para descrever baixa estatura extrema, no entanto, o termo é que não faz jus e seu uso é muitas vezes evitado. Deficiência de hormônio do crescimento – DGH é muitas vezes chamado nanismo pituitário, mas existem outras causas que podem comprometer a liberação do hormônio de crescimento – GH como fatores genéticos, mutações, doenças crônicas, problemas ambientais, biopsicossociais entre outras disfunções metabólicas. 


A baixa estatura pode ser uma expressão normal do potencial genético de uma pessoa e, por conseguinte, a taxa de crescimento é normal, mas diversos trabalhos de pesquisas prospectivas tem encontrado um detalhe frequente que avalia o crescimento estatural em 85 a 95 % da expressão esperada de alvo genético, mesmo com valores do hormônio de crescimento dentro dos padrões normais, aventada por pesquisadores que relatam que cada geração pode variar até 4 cm a mais de seus ancestrais, o que nos induz a pensar que tal diferença deve ser estimulada considerando uma defasagem em relação às características parentais. A baixa estatura pode, também, ser um resultado de uma doença que provoca a falha do crescimento e uma taxa de crescimento que é mais lenta do que o normal. Uma criança é considerada de baixa estatura, se ele ou ela tem uma altura abaixo do percentil 3 ou 5 em um gráfico de crescimento. 
A baixa porcentagem de todas as crianças são consideradas curtas (baixas). No entanto, muitas destas crianças têm velocidades normais de crescimento. As crianças que se enquadram neste grupo incluem aquelas com baixa estatura familiar ou parental bem como pode ter atraso de crescimento constitucional. Aqueles com baixa estatura familiar nascem com genes que determinam a sua baixa estatura, e eles geralmente têm pais que são baixos. Atraso no Crescimento Constitucional – ACC é um termo usado para descrever as crianças que são pequenas para a sua idade, mas que têm uma taxa de crescimento normal. De todas as crianças com baixa estatura, algumas têm uma condição médica tratável com diagnóstico precoce específico. A fase mais rápida de crescimento ocorre no útero da mãe e embora o GH – hormônio de crescimento tenha relevância, acredita-se que o fator mais importante intra-útero seja o IGF – 2 (fator de crescimento símile a insulina - 2). Após o nascimento, a taxa de crescimento diminui gradualmente ao longo dos primeiros anos de vida. 
Posteriormente todas as crianças mantem um crescimento similar até a adolescência, mas não devemos esquecer as causas dos fatores genéticos e ambientais assim como fatores biopsicossociais. O fato é que as técnicas de terapêuticas e conhecimentos a respeito do crescimento no atraso do crescimento com baixa estatura em infantil – juvenil – adolescente tem se desenvolvido de forma expressiva, e nossa responsabilidade é avaliarmos nossos filhos e filhas para confirmarmos os fatores relacionados ao crescimento quando é perceptível alguma situação anômala. 


Dr. João Santos Caio Jr. 

Endocrinologia – Neuroendocrinologista 

CRM 20611 



Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como saber mais:
1. Os sintomas neurológicos da transição da perimenopausa tendem a se agrupar em ocorrência e severidade e, em muitos casos, persistem na pós-menopausa...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com

2. A amplitude de sintomas neurológicos que podem ocorrer durante a transição da perimenopausa é indicativa de ruptura múltiplos sistemas (Fig.2), enquanto que o seu aparecimento simultâneo durante a mesma transição é indicativo do envolvimento de um ou mais fatores de controle comuns...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Se existem fatores comuns que controlam então eles devem atender a vários requisitos. Entre estes requisitos estariam a mudança de níveis dos fatores da pré-menopausa, um sistema de distribuição de resposta de elementos nos sistemas neurais afetados, mecanismos de ação que representam a amplitude dos sintomas e as evidências para reversão de sintomas na presença dos fatores de controle...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
 

Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; [Guideline] New York State Department of Health. Growth, body composition, and metabolism. New York (NY): New York State Department of Health; 2007 Nov; Lindsay R, Feldkamp M, Harris D. Utah Growth Study: growth standards and the prevalence of growth hormone deficiency. J Pediatr. 1994 Jul. 125(1):29-35; Lacey KA, Parkin JM. Causes of short stature. A community study of children in Newcastle upon Tyne.Lancet. 1974 Jan 12. 1(7846):42-5; AW, Kemp SF, Rundle AC, Dana K, Attie KM. Effect of long-term recombinant growth hormone therapy in children--the National Cooperative Growth Study, USA, 1985-1994. J Pediatr Endocrinol Metab. 1998. 11(3):403-12; Rogol AD, Hayden GF. Etiologies and Early Diagnosis of Short Stature and Growth Failure in Children and Adolescents. J Pediatr. 2014 May. 164(5S):S1-S14.e6; Lem AJ, Jobse I, van der Kaay DC, de Ridder MA, Raat H, Hokken-Koelega AC. Health-Related Quality of Life in Short Children Born Small for Gestational Age: Effects of Growth Hormone Treatment and Postponement of Puberty. Horm Res Paediatr. 2012 Mar 21; Richmond E, Rogol AD. Current indications for growth hormone therapy for children and adolescents. Endocr Dev. 2010. 18:92-108; Carrel AL, Allen DB. Effects of growth hormone on body composition and bone metabolism. Endocrine. 2000 Apr. 12(2):163-72; Kutikov JK, Cucchiara AJ. Sex differences in patients referred for evaluation of poor growth. J Pediatr. 2005 Feb. 146(2):212-6; PC, Brook CG. Short stature and growth hormone deficiency. Clin Endocrinol (Oxf). 1995 Aug. 43(2):133-42; Hintz RL. Growth hormone treatment of idiopathic short stature. Horm Res. 1996. 46(4-5):208-14; Hintz RL. Disorders of growth. Brunwald E, Fauci AS, Isselbacher KJ, et al, eds. Harrison's Principles of Internal Medicine. 13th ed. New York, NY: McGraw-Hill Medical Publishing Division; 1994; Horner JM, Thorsson AV, Hintz RL. Growth deceleration patterns in children with constitutional short stature: an aid to diagnosis. Pediatrics. 1978 Oct. 62(4):529-34; Kojima M, Hosoda H, Date Y. Ghrelin is a growth-hormone-releasing acylated peptide from stomach.Nature. 1999 Dec 9. 402(6762):656-60.



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